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	<title>Conselho dos Surdos &#187; Mercado de trabalho</title>
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		<title>Mais de 40% das empresas não cumprem lei de cota para deficientes em SP</title>
		<link>http://conselho.sur10.net/2010/07/28/mais-de-40-das-empresas-nao-cumprem-lei-de-cota-para-deficientes-em-sp/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 01:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas com cem ou mais empregados são obrigadas a reservar de 2% a 5% de suas vagas a deficientes
Por Claudia Rolli, Folha Online
Quatro em cada dez empresas fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho no Estado de São Paulo ainda não cumprem a lei de cotas, que neste sábado completa 19 anos.Por essa lei, de nº [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas com cem ou mais empregados são obrigadas a reservar de 2% a 5% de suas vagas a deficientes</p>
<p>Por Claudia Rolli, Folha Online</p>
<p>Quatro em cada dez empresas fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho no Estado de São Paulo ainda não cumprem a lei de cotas, que neste sábado completa 19 anos.Por essa lei, de nº 8.213 (de 24 julho de 1991), as empresas com cem ou mais empregados são obrigadas a reservar de 2% a 5% de suas vagas a deficientes. Se não cumprem a lei, são multadas.</p>
<p><span id="more-835"></span><br />
O levantamento é da Superintendência Regional do Trabalho São Paulo e será divulgado nesta sexta-feira em encontro feito na capital paulista, em parceria com o Espaço Cidadania --ONG que faz programas de sensibilização social e empresarial para incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho.<br />
Dados obtidos pela Folha mostram que foram fiscalizadas 6.682 empresas no Estado de São Paulo nos últimos cinco anos. Desse total, 41% (ou 2.741 empresas) estão irregulares e 59% (3.941) cumprem a legislação.</p>
<p>O número total de empresas que deveriam cumprir a cota determinada pela lei no Estado é de 11.951 (inclui fiscalizadas e não fiscalizadas). Nessas empresas, a previsão de vagas que deveriam ser destinadas a deficientes é de 221.068, segundo o levantamento realizado pelo órgão até junho.<br />
"O total de trabalhadores com deficiência ou reabilitados contratados [nos últimos cinco anos] chega a 107.324", diz o auditor fiscal do Trabalho José Carlos do Carmo, coordenador do projeto de inclusão de pessoas com deficiência da superintendência.</p>
<p>A maior parte dos trabalhadores com deficiência contratados nas empresas paulistas tem algum tipo de deficiência física (46,3%) e auditiva (32,3%). Os demais são portadores de deficiência visual (4,8%), mental (6,3%), múltipla (1,5%), reabilitados (8,3%) e outras (0,5%).</p>
<p>Para o auditor fiscal, as empresas só cumprem a lei quando são fiscalizadas. "É muito difícil a contratação ocorrer espontaneamente", diz Carmo. "Ainda há uma barreira cultural que impede a contratação desses profissionais", diz Carlos Aparício Clemente, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e coordenador do Espaço da Cidadania.</p>
<p>Incentivo</p>
<p>No dia 28 de junho, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência informou que o governo paulista deve conceder incentivos fiscais (reduzir tributos) para empresas que comprarem produtos e equipamentos tecnológicos que facilitem a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.<br />
A desoneração já está em estudo pela Secretaria e pela Fazenda paulista e deve ser anunciada ainda neste ano.</p>
<p>"A ideia é definir uma cesta mínima de produtos e permitir que empresas e profissionais autônomos com deficiência possam adquiri-los com isenção de impostos", disse, na ocasião, a secretária Linamara Rizzo Battistella". É mais um estímulo à contratação."</p>
<p>A lista dos produtos que podem ser beneficiados por essa desoneração ainda está sendo preparada. Entre as possibilidades estão leitores de tela, scanners para deficientes visuais, impressoras especiais para imprimir textos em braile e folheadores eletrônicos para auxiliar pessoas com dificuldade para manusear papéis e documentos. </p>
<p><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/cotidiano/mais-de-40-das-empresas-nao-cumprem-lei-de-cota-para-deficientes-em-sp/35959/">http://www.administradores.com.br/informe-se/cotidiano/mais-de-40-das-empresas-nao-cumprem-lei-de-cota-para-deficientes-em-sp/35959/</a></p>
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		<title>Preconceito e desinformação prejudicam contratação de portadores de deficiência</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 04:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostram que a contratação de pessoas com deficiência no mercado formal de trabalho caiu 7% no Brasil entre 2007 e 2008. A informação é da Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape).
Para a entidade, a redução na contratação de deficientes é justificada por algumas empresas pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostram que a contratação de pessoas com deficiência no mercado formal de trabalho caiu 7% no Brasil entre 2007 e 2008. A informação é da Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape).</p>
<p>Para a entidade, a redução na contratação de deficientes é justificada por algumas empresas pela falta de mão de obra para dar cumprimento à Lei 8.213/1991, conhecida como Lei de Cotas, que estabelece um percentual de pessoas com deficiência a ser contratado pelas empresas.</p>
<p>O gerente de Inclusão e Capacitação Profissional da Avape, Marcelo Vitoriano, disse à Agência Brasil que a partir da ampliação da fiscalização implementada pelo Ministério do Trabalho, muitas companhias passaram a admitir deficientes em seus quadros, mas poucas se preocuparam  em criar uma gestão que contemplasse a retenção dessas pessoas e propiciasse a elas programas de educação continuada dentro das próprias organizações. “Ou seja, pessoas perderam o emprego por conta disso”.</p>
<p><span id="more-820"></span><br />
Segundo a Avape, não falta mão de obra para preencher o que estabelece a Lei de Cotas no que diz respeito aos profissionais com deficiência. Vitoriano afirmou que a questão da discriminação melhorou, mas o preconceito ainda existe sob diferentes formas, entre elas a não realização de investimentos nas instalações físicas para dar acessibilidade aos portadores de deficiência, a compra de um software (programa de computador) para cegos, por exemplo. “Esse tipo de discurso é preconceituoso no sentido de não investir recursos para poder receber pessoas com diferentes perfis”.</p>
<p>O gerente da Avape lembrou, contudo, que  a educação e  a capacitação de pessoas é um problema ainda sério no Brasil, independentemente de elas serem deficientes ou não. Segundo a Avape, a não absorção no mercado de trabalho formal se agrava para as pessoas com deficiência intelectual, que apresentam alguma dificuldade de cognição ou de escolaridade. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que 10% da população mundial têm algum tipo de deficiência. Desse total, 50% são indivíduos com deficiência intelectual.</p>
<p>“A gente percebe um movimento um pouco mais lento na contratação de pessoas com deficiência intelectual. Ainda hoje, elas integram a menor parte da população com deficiência contratada”, disse Vitoriano. Ele explicou que as pessoas confundem deficiência intelectual com doença mental, o que cria estereótipos negativos, associados à loucura, inibindo a contratação pelas empresas e prejudicando as pessoas portadoras desse tipo de problema.</p>
<p>O censo de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o Brasil tem 14,5% de deficientes, o que equivale a 27 milhões de indivíduos. Considerando-se os dados da OMS, os deficientes intelectuais brasileiros seriam 13,5 milhões de pessoas, dos quais boa parte poderia estar trabalhando. Entretanto, apenas 2% estão empregados.</p>
<p>Números do Ministério do Trabalho  acumulados até março deste ano indicam que há no Brasil uma preferência pela contratação de tipos específicos de deficiência, informa a Avape. A maior contratação (47,5%) é feita com deficientes físicos, seguindo-se deficientes auditivos (32,5%) e reabilitados (8,4%), enquanto os deficientes intelectuais e visuais têm índices de apenas 5,8% e 4,7%, respectivamente.</p>
<p>A Avape defende que sejam realizadas pelo governo campanhas informativas que desmistifiquem os conceitos que muitas pessoas ainda têm sobre os deficientes intelectuais e visuais. “Você só desmistifica e quebra preconceitos com muita informação”, afirmou Marcelo Vitoriano. Ele sugeriu que os ministérios da Saúde e do Trabalho se engajem nesse tipo de campanha, para mostrar à sociedade que esse deficiente pode exercer muitas funções em empresas como restaurantes, bancos e, inclusive, montadoras de automóveis, “respeitadas as suas características”.</p>
<p>Desde que foi criada em 1982, a Avape já conseguiu colocar no mercado de trabalho 15 mil pessoas com deficiência. De acordo com a Rais, o estado de São Paulo, pela sua característica industrial muito forte, é o maior empregador de pessoas com deficiência no país, passando de 600 indivíduos em 2001 para 112,1 mil no ano passado. Em outros estados, contudo, foram registradas quedas na contratação. </p>
<p>As maiores baixas são observadas em Goiás (76,9%), na Bahia (50,3%) e em Mato Grosso do Sul (26,8%). Vitoriano comentou que falta a esses estados iniciativas voltadas à promoção e defesa dos deficientes, além de maior fiscalização por parte do Ministério Público, como já ocorre na capital e no estado de São Paulo. “A gente espera que  esse movimento vá também para outros estados”, afirmou.</p>
<p>(Matéria de Alana Gandra. Repórter da Agência Brasil)</p>
<p> FONTE: <a href="http://www.paranaemdebate.com.br/?p=4665">http://www.paranaemdebate.com.br/?p=4665</a></p>
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		<title>Programa de Sensibilização começa superando expectativas de público</title>
		<link>http://conselho.sur10.net/2010/03/09/programa-de-sensibilizacao-comeca-superando-expectativas-de-publico/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Exatamente as 8H45hs da manhã do dia 03 de março o auditório do Espaço Cultural Grande Otelo já estava totalmente ocupado para iniciar a 1ª Palestra do Programa de Sensibilização lançado pelo Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão.
Quando Maria de Fátima e Silva, Consultora de Inclusão iniciou sua fala, estavam presentes pessoas vindas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exatamente as 8H45hs da manhã do dia 03 de março o auditório do Espaço Cultural Grande Otelo já estava totalmente ocupado para iniciar a 1ª Palestra do Programa de Sensibilização lançado pelo Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão.</p>
<p>Quando Maria de Fátima e Silva, Consultora de Inclusão iniciou sua fala, estavam presentes pessoas vindas denove cidades - incluindo Limeira e Salto, há mais de 100 quilômetros de distância - pessoas que buscavam informações para derrubar o preconceito cultural que cerca o tema e vinculadas a escolas (45%), órgãos públicos (21%), empresas (13%), Sindicatos (11%), entidades especializadas (9%) e outros (1%).<br />
<span id="more-787"></span><br />
Participaram do evento o Deputado Estadual Marcos Martins, a Secretária de Promoção Social de Osasco, Gilma Rossafa, o Vereador Osasquense Aluísio Pinheiro.</p>
<p>Adelino Costa, Auditor fiscal da Gerência Regional do Trabalho e Emprego de Osasco mostrou os resultados da ação de cumprimento da Lei de Cotas na Região (um salto de 601 registros em 2001 para 9.761 em Dezembro passado) e uma nova dinâmica que será implementada na região neste ano.</p>
<p>Taissa S. Ribeiro, da Secretaria do Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão de Osasco demonstrou a facilidade de utilização do serviço público de captação de vagas e de encaminhamento de candidatos com deficiência às empresas da Região, totalmente gratuito. </p>
<p>Encerrando a programação, o Professor Eduardo Sakai, da FITO, que foi o mestre de cerimônias, convidou os participantes a se inscreverem na próxima atividade do programa que é o Fórum de Atualidades a ser realizado durante a Reatech no dia 15/04. </p>
<p>Os participantes tiveram acesso a uma exposição fotográfica e também receberam um kit de informações.</p>
<p>Próxima reunião de sensibilização está com inscrições abertas<br />
Dia: 10 de Março - São Paulo<br />
Horário: 8:30h às 11:30 horas<br />
Local: AAPSA - Associação Paulista de Gestores de Pessoas<br />
Endereço: AV. Mario Lopes Leão, 534 - Santo Amaro - São Paulo (próximo ao Poupa Tempo e do Banco Santander).</p>
<p>Inscrição na AAPSA através do e-mail: <a href="mailto:márcia@aapsa.com.br">márcia@aapsa.com.br</a> ou pelo site <a href="http://www.aapsa.com.br/">www.aapsa.com.br</a> ou no Espaço da Cidadania através do e-mail: <a href="http://ecidadania@ecidadania.org.br/">ecidadania@ecidadania.org.br</a> Mais informações no telefone 11-3905-0976 (AAPSA) ou 3685-0915 (Espaço da Cidadania)</p>
<p>Ficha do Participante:</p>
<p>Nome:<br />
Empresa/Entidade:<br />
Cidade:<br />
Função/Cargo:<br />
E-mail:<br />
Telefone:<br />
Como ficou sabendo do evento?:<br />
Necessita de alguma ajuda técnica para participar da palestra? Se a resposta for afirmativa, qual ajuda?:</p>
<p>Estão programadas 9 sensibilizações no Estado de São Paulo, que é a porta de entrada do 3º Programa de sensibilização social e empresarial para colocação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.</p>
<p>Próximos encontros:<br />
Dia: 10/03 - São Paulo - (Inscrições abertas), 17/03 - Baixada Santista, 24/03 - São Paulo (Centro), 31/03 - Lins e Região, 07/04 - Campinas e Região, 14/04 - Itu, Salto e Região, 23/04 - São Bernardo do Campo e Região, 28/04 - Limeira e Região. </p>
<p>Fonte: Espaço da Cidadania</p>
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		<title>Portadores de deficiência encontram dificuldades para entrar no mercado</title>
		<link>http://conselho.sur10.net/2009/10/08/portadores-de-deficiencia-encontram-dificuldades-para-entrar-no-mercado/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 20:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Portadores de deficiência encontram dificuldades para entrar no mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Lei estabelece que empresas mantenham cotas, mas no Rio há apenas 17.500 deficientes trabalhando com carteira assinada. Institutos oferecem ajuda e capacitação profissional.
Conseguir uma vaga no mercado do trabalho nem sempre é fácil. Para quem tem algum tipo de deficiência é uma tarefa mais complicada. O que pouca gente sabe é que existe uma lei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lei estabelece que empresas mantenham cotas, mas no Rio há apenas 17.500 deficientes trabalhando com carteira assinada. Institutos oferecem ajuda e capacitação profissional.</p>
<p>Conseguir uma vaga no mercado do trabalho nem sempre é fácil. Para quem tem algum tipo de deficiência é uma tarefa mais complicada. O que pouca gente sabe é que existe uma lei que estabelece cotas para a contratação de deficientes.</p>
<p>Margareth, Carlos, Guilherme e Mauricio trabalham na mesma empresa, no Rio. Eles são portadores de deficiências e sabem o quanto é importante exercer uma profissão.<br />
<span id="more-715"></span><br />
“É uma forma de eu sustentar minha casa, pagar minhas dívidas”, diz Margareth Oliveira.</p>
<p>Segundo o último censo feito em 2000, no Brasil existem cerca de 25 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, ou seja, 15% da população, mas a entrada dessas pessoas no mercado de trabalho não tem sido fácil.</p>
<p>“Eu já fui procurar emprego em empresas de cadeira de rodas e não consegui. No local tinha escada rolante e não queriam parar a escada rolante pra eu subir, poderia causar um acidente”, reclama Carlos Eduardo Corrêa.</p>
<p>Uma lei federal aprovada em julho de 1991 estabelece que empresas com até 200 empregados mantenham uma cota de 2% de funcionários com algum tipo de deficiência.<br />
Para empresas de 201 a 500 empregados, a cota passa para 3%. De 501 até mil, a cota fica em 4%. E acima de mil funcionários, a cota sobe para 5%.</p>
<p>O último levantamento do Ministério do Trabalho mostra que, no estado do Rio, existem cerca de 17.500 deficientes trabalhando com carteira assinada. Mas o número poderia ser bem maior, segundo o Instituto Brasileiro da Pessoa com Deficiência.</p>
<p>“Eu acho que é um papel importante das Ongs e dos centros de profissionalização de um modo geral estarem em contato com as empresas para que possa haver essa ligação, porque muitas vezes a empresa não sabe onde procurar”, acredita Teresa Amaral, superintendente do Brasileiro da Pessoa com Deficiência.</p>
<p>Por outro lado, várias empresas alegam que não conseguem contratar porque muitos deles não têm capacitação profissional.</p>
<p>Em um instituto, em Duque de Caxias, portadores de deficiência podem fazer, de graça, cursos em várias áreas.</p>
<p>O RJTV acompanhou uma aula de informática. Rodolfo está empolgado.</p>
<p>“É sempre bom aprender coisas novas e se aperfeiçoar na informática pra ser um bom profissional, né?”, diz Rodolfo Negreiros.</p>
<p>FONTE:<br />
<a href="http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1301620-9099,00-PORTADORES+DE+DEFICIENCIA+ENCONTRAM+DIFICULDADES+PARA+ENTRAR+NO+MERCADO.html">http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1301620-9099,00-PORTADORES+DE+DEFICIENCIA+ENCONTRAM+DIFICULDADES+PARA+ENTRAR+NO+MERCADO.html</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vale tem vagas para pessoas com deficiência em seis estados</title>
		<link>http://conselho.sur10.net/2009/09/28/vale-tem-vagas-para-pessoas-com-deficiencia-em-seis-estados/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 19:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Vale tem vagas para pessoas com deficiência em seis estados]]></category>

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		<description><![CDATA[A Vale está recrutando pessoas com deficiência nos estados de Pará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Sergipe e Rio de Janeiro para participar de um programa de formação profissional em funções administrativas e operacionais. Os candidatos não precisam ter experiência prévia no trabalho em empresa, mas devem ter no mínimo 18 anos. Há vagas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Vale está recrutando pessoas com deficiência nos estados de Pará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Sergipe e Rio de Janeiro para participar de um programa de formação profissional em funções administrativas e operacionais. Os candidatos não precisam ter experiência prévia no trabalho em empresa, mas devem ter no mínimo 18 anos. Há vagas para todos os níveis de escolaridade, do ensino fundamental completo ao curso superior completo, e as inscrições podem ser feitas pelo site ou pessoalmente (veja abaixo).</p>
<p>O programa de qualificação profissional de pessoas com deficiência é realizado pela Vale desde 2004. Para viabilizar a inserção destes profissionais, a Vale conta com a parceria do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD), organização de referência no assunto, que, entre outras ações, vem realizando um mapeamento das funções da empresa com o objetivo de determinar quais delas são viáveis para pessoas com deficiência.</p>
<p>Até o momento foram identificadas 13 funções de nível técnico, para as quais estão sendo oferecidas vagas neste recrutamento: mecânico, lubrificador, eletricista, ferramenteiro, auxiliar de lubrificação, auxiliar de apoio operacional, auxiliar técnico de manutenção, operador de manutenção mecânica, operador de manutenção eletromecânica, atendente de central de relacionamento, técnico em enfermagem, técnico em segurança do trabalho e apoio administrativo. Também existem vagas para profissionais com curso superior.</p>
<p>O programa de formação profissional para as pessoas com deficiência terá uma fase teórica, realizada através de uma instituição parceira, e uma fase prática, que acontecerá nas instalações da Vale. A seleção dos candidatos contará com provas, dinâmica de grupo e entrevista pessoal. Os selecionados serão contratados pela empresa e receberão, além do salário, benefícios como plano de saúde, vale alimentação, vale refeição ou refeitório no local de trabalho, vale transporte ou ônibus da empresa, participação nos resultados, entre outros.</p>
<p>Serviço:</p>
<p>Recrutamento de pessoas com deficiência<br />
Perfil: De ensino fundamental completo a curso superior completo, e mínimo de 18 anos<br />
Locais de inscrição: www.vale.com</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas091/020920094.htm">http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas091/020920094.htm</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mercado de trabalho para a pessoa com deficiência cresce e os debates acontecem</title>
		<link>http://conselho.sur10.net/2009/08/18/mercado-de-trabalho-para-a-pessoa-com-deficiencia-cresce-e-os-debates-acontecem/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 20:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de trabalho para a pessoa com deficiência cresce e os debates acontecem]]></category>

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		<description><![CDATA[A Lei de Cotas, ao tornar obrigatória para empresas com mais de cem funcionários, a reserva de 2% a 5% das vagas para pessoas com deficiência, antes marginalizadas nos processos de recrutamento e seleção, contribuiu para acelerar o processo de inclusão social e provocou empresas e organizações de terceiro setor a se especializarem na capacitação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Lei de Cotas, ao tornar obrigatória para empresas com mais de cem funcionários, a reserva de 2% a 5% das vagas para pessoas com deficiência, antes marginalizadas nos processos de recrutamento e seleção, contribuiu para acelerar o processo de inclusão social e provocou empresas e organizações de terceiro setor a se especializarem na capacitação profissional e na colocação desse público.<br />
<span id="more-681"></span><br />
Com isso, muitas pessoas com deficiência estão conquistando espaço no mercado de trabalho, mas a baixa qualificação e o desconhecimento das exigências do mercado ainda são dois entraves importantes à colocação profissional dos deficientes. Entretanto, para orientar e mostrar o quanto é vantajoso para todos incluir pessoas com deficiência nas empresas, muitas entidades que trabalham e atendem esse publico e órgãos da sociedade civil e governos têm discutido sobre o tema. Nos meses de agosto e setembro vários debates serão realizados em São Paulo.</p>
<p>Dia 21 e 22 de Agosto:<br />
A Associação Pestalozzi de São Paulo realiza o VII Ano de Palestras na Área da Deficiência Intelectual, que focará também o trabalho.<br />
Público alvo: É destinado aos profissionais da Saúde, Educação e público interessado na temática.<br />
Local: Av. Morvan Dias de Figueiredo, 2801 - Vila Guilherme - São Paulo<br />
Informações: <a href="mailto:cursos@pestalozzisp.org.br">cursos@pestalozzisp.org.br</a></p>
<p>Dia 26 de Agosto:<br />
A Ordem dos Advogados do Brasil - SP promove o debate "Como o Terceiro Setor Contribui para Inclusão do deficiente no mercado de trabalho atendendo a Lei de Cotas"<br />
Local: Plenário dos Conselheiros da OAB/SP - Praça da Sé, 385 - 2ª Andar - São Paulo<br />
Informações: <a href="mailto:lbludeni@uol.com.br">lbludeni@uol.com.br</a></p>
<p>Dia 27 de Agosto:<br />
Será realizado o 1º Encontro de Assistentes Sociais do Estado de São Paulo para Dignidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência<br />
Local: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10. Barra Funda - São Paulo<br />
Informações: <a href="http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/">www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br</a></p>
<p>Dia 16 de Setembro:<br />
Será realizado o II Encontro sobre Inclusão e Deficiência com o tema "Educação e Trabalho: Desafios para a Inclusão de Pessoas com Deficiência". Organizado pelo Espaço da Cidadania e vários parceiros pela inclusão.<br />
Local: Auditório da FAC-FITO (Instituto Tecnológico de Osasco) - Rua Angélica, 100 - Vila Nova Granada - Osasco<br />
Informações: <a href="mailto:ecidadania@ecidadania.org.br">ecidadania@ecidadania.org.br</a></p>
<p>Dia 21 de Setembro:<br />
Será comemorado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência na Praça de Eventos do Osasco Plaza Shopping. Está previsto exposição fotográfica sobre Trabalho de Pessoas com Deficiência, sensibilização, atividades culturais e troca de experiências entre as organizações parceiras da ação e o público presente.<br />
Organização: Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão.<br />
Informações: <a href="mailto:ecidadania@ecidadania.org.br">ecidadania@ecidadania.org.br</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13300&amp;canal=mercado">http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13300&amp;canal=mercado</a></p>
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		<title>INES  &#8211; Instituto Nacional de Educação de Surdos</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 18:14:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[INES  - Instituto Nacional de Educação de Surdos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Diretor Geral do Instituto Nacional de Educação de Surdos, no uso de suas atribuições legais torna público que estão abertas as inscrições para concurso público para vagas de cargos efetivos docentes e Técnicos Administrativos em Educação.
Mais informações: http://www.aocp.com.br/concurso.jsp?id=180
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Diretor Geral do Instituto Nacional de Educação de Surdos, no uso de suas atribuições legais torna público que estão abertas as inscrições para concurso público para vagas de cargos efetivos docentes e Técnicos Administrativos em Educação.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.aocp.com.br/concurso.jsp?id=180">http://www.aocp.com.br/concurso.jsp?id=180</a></p>
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		<title>Mais de 61% dos deficientes no CE não trabalham</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 16:57:48 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 61% dos deficientes no CE não trabalham]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexo masculino concentra a maioria dos trabalhos formais. Para cada mulher, existem dois homens empregados
Ainda há muito o que fazer para que as pessoas com deficiência tenham espaço efetivo no mercado de trabalho. No Ceará, 61,34% das 1,2 milhões de pessoas com deficiência com dez anos ou mais de idade não estão inseridas nesse mercado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sexo masculino concentra a maioria dos trabalhos formais. Para cada mulher, existem dois homens empregados</p>
<p>Ainda há muito o que fazer para que as pessoas com deficiência tenham espaço efetivo no mercado de trabalho. No Ceará, 61,34% das 1,2 milhões de pessoas com deficiência com dez anos ou mais de idade não estão inseridas nesse mercado. Principalmente as mulheres, que respondem por cerca de 65,34% dessa condição. Foi o que revelou a pesquisa “As pessoas com deficiência e o mercado de trabalho no Ceará: um olhar multifocal”, desenvolvida pelo governo do Estado com o objetivo de respaldar políticas públicas para o deficiente, vendo o que pode ser melhorado e no que se deve intervir.<br />
<span id="more-654"></span><br />
A pesquisa foi lançada pela primeira-dama do Estado, Maria Célia Ferreira Gomes, ontem, durante o I Encontro do Fórum dos Conselhos Estaduais dos Direitos da Pessoa com Deficiência, com o tema “Participação e Controle Social das Políticas Públicas”, que termina hoje. De acordo com a Secretária do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), Fátima Catunda, são três os motivos principais dessa realidade. O fato de a lei que estabelece uma cota de pessoas com deficiência nas empresas não estar sendo cumprida é um deles.</p>
<p>O segundo é a discriminação ainda existente não só de empresários, como da família, da escola, do mercado e até mesmo do próprio deficiente. Por fim, o medo de perder o Benefício da Prestação Continuada (BPC) — direito constitucional que consiste no pagamento de um salário mínimo mensal a pessoas com 65 anos de idade ou mais e a deficientes com incapacidade para a vida independente e para o trabalho — para arriscar um emprego e ser demitido mais à frente.</p>
<p>“Mas já há uma articulação do governo do Estado com o Ministério do Desenvolvimento Social para que o benefício, em caso de emprego do deficiente, continue sendo recebido por essa pessoa até que ela se adeqüe a essa nova realidade de trabalho”, explica Catunda. Outra proposta do Estado é para que o BPC volte a ser recebido pelo deficiente, caso ele fique desempregado, até surgir outra oportunidade.</p>
<p>Perfis</p>
<p>Ainda sobre a pesquisa, das pessoas ocupadas com alguma deficiência, a maioria compreende os grupos etários entre 30 e 59 anos. Entre os ocupados, os homens possuem uma participação superior à das mulheres. Representam 63,57% das ocupações. Já na situação de não-ocupados, as pessoas em tal condição têm uma maior inserção em faixas etárias mais maduras, ou seja, com idade a partir dos 40 anos, o que demonstra, conforme o levantamento, a seletividade e a competitividade do mundo do trabalho, com uma alta taxa de rotatividade dos empregos gerados e a dificuldade de colocação das pessoas com maior idade.</p>
<p>Os setores que mais absorvem homens e mulheres são a indústria de transformação e os serviços, seguidos do comércio e do terceiro setor. Um fato comum a ambos os sexos é que a maioria ganha entre um e três salários mínimos. São os deficientes auditivos aqueles que recebem a maior remuneração. No outro extremo, que recebem menos, estão os com deficiência mental. </p>
<p>MUNICÍPIOS CEARENSES<br />
Faltam conselhos de direitos</p>
<p>Mesmo representando todos os conselhos estaduais dos Direitos da Pessoa com Deficiência do País na entidade nacional, o Ceará apresenta uma contradição preocupante: apenas 11 dos 184 municípios cearenses contam com conselhos municipais. A informação é do presidente do conselho do Ceará, Alexandre Mapurunga. O conselho municipal é o local, avaliou ele, onde a pessoa com deficiência tem a oportunidade de construir políticas públicas em prol da própria causa.</p>
<p>Por isso, disse Mapurunga, é de fundamental importância a realização do I Encontro do Fórum dos Conselhos Estaduais dos Direitos da Pessoa com Deficiência no Estado. “A gente entende que, no fórum, vamos estimular a criação de mais conselhos e discutir com maior propriedade políticas públicas para esse público”, afirmou, na solenidade de abertura do evento. Ainda é proposta do fórum celebrar o primeiro ano da ratificação da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.</p>
<p>Para Mapurunga, a falta de acessibilidade ainda é um dos maiores entraves para os deficientes e muito se tem avançado na educação inclusiva. “Hoje, devemos celebrar também o fato de a legislação brasileira permitir que a pessoa com deficiência deixe de ser objeto de direito e passe a sujeito de direito”. Luiz Eduardo dos Santos, procurador de Justiça do Estado, sugeriu que a Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social (STDS) se comunicasse com os promotores do Interior do Estado na tentativa de estimular a criação de novos conselhos. </p>
<p>MAIOR ASSISTÊNCIA<br />
Estado terá um centro de profissionalização</p>
<p>O Ceará vai ganhar um Centro de Profissionalização para a Pessoa com Deficiência. O anúncio foi feito também ontem pela primeira-dama do Estado, Maria Célia Habib Moura Ferreira Gomes. De acordo com ela, o processo licitatório para a unidade deve ocorrer entre o fim de julho e o início de agosto. Para a construção, conforme a primeira-dama, o governo vai contar com o apoio de uma emenda parlamentar do deputado federal Ariosto Holanda (PSB). A manutenção deve ser garantida pelo Estado.</p>
<p>“A idéia é a gente sentar com as empresas e o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) e ver quais são as ofertas e as demandas. A partir desse diagnóstico, é que a gente vai poder definir em que áreas o centro vai se concentrar. Pela tendência que já identificamos, deve focar em hotelaria, telemarketing, entre outras”, adiantou Célia Ferreira Gomes. O centro deve ser instalado em Fortaleza, mas há grandes pretensões também para municípios no Interior do Estado.</p>
<p>Centros especializados</p>
<p>Na oportunidade, a primeira-dama anunciou a construção de mais três unidades em prol das pessoas com deficiência. O Centro de Diagnóstico e Prevenção na região do Cariri, com a finalidade de detectar o mais cedo possível a deficiência ou mesmo tentar evitá-la. Na região Norte, numa articulação com a Prefeitura de Sobral, a proposta é o Centro de Reabilitação Física.</p>
<p>Já para o Sertão Central, Quixadá ou Quixeramobim deve receber o Centro da Pessoa com Deficiência Auditiva. “O Centro de Profissionalização vai para Fortaleza porque a Capital concentra boa parte dos trabalhadores com deficiência”, afirmou Célia.</p>
<p>Segundo a primeira-dama do Estado, já existem projetos para os centros no Interior do Estado, restando apenas fazer alguns ajustes. “Até o fim da atual gestão, nosso desejo é entregar todos eles ou pelo menos a unidade de Fortaleza”.</p>
<p>Célia Ferreira Gomes informou ainda que todos os órgãos da administração pública estadual devem passar por reformas em suas estruturas no intuito de adequá-los às pessoas com deficiência. “As obras, inclusive, já começaram. Já tiramos do Departamento de Edificações e Rodovias (DER) a questão e a colocamos num outro escritório para acelerar o processo”. </p>
<p>NÚMEROS</p>
<p>Há 17,34% de pessoas com deficiência no Ceará</p>
<p>O Ceará é o terceiro estado do Nordeste com maior número de pessoas com deficiência</p>
<p>Os deficientes no Estado se concentram nas seguintes regiões: Região Metropolitana de Fortaleza, Centro-Sul, Sobral, Ibiapaba e litoral oeste</p>
<p>50,79% são deficientes visuais; 16,77%, auditivos; e 21,84% motores</p>
<p>A maioria é de mulheres</p>
<p>O Artigo 93 da Lei de Cotas (Lei nº 8.213/91) determina que as empresas que têm de 100 a 200 funcionários devem reservar 2% de suas vagas para pessoas com deficiência; de 201 a 500, 3%; entre 501 e mil empregados, 4%; com 1.001 ou mais, devem manter 5%</p>
<p>Fonte: Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social<br />
Ludmila Wanbergna<br />
Repórter</p>
<p>Fonte: <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=653323">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=653323</a></p>
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		<title>CATs têm em média 700 vagas diárias para deficientes</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 18:00:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[CATs têm em média 700 vagas diárias para deficientes]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os cargos estão operador de telemarketing e auxiliar administrativo. Inclusão de deficientes no mercado cresceu em 2009 em relação a 2008. 
Link da notícia
http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL1220552-9654,00.html 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os cargos estão operador de telemarketing e auxiliar administrativo. Inclusão de deficientes no mercado cresceu em 2009 em relação a 2008. </p>
<p>Link da notícia<br />
<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL1220552-9654,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL1220552-9654,00.html </a></p>
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		<title>Dica de emprego em casa para deficientes auditivos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 15:25:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dica de emprego em casa para deficientes auditivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa de grande porte contrata pessoas com deficiência auditiva para trabalharem de casa atendendo outros deficientes auditivos via chat e e-mail. Não é necessário experiência na área. Você poderá trabalhar de casa, a vaga é para São Paulo (SP), a escala de trabalho é 6X1, pode-se optar entre trabalhar de manhã ou à tarde e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa de grande porte contrata pessoas com deficiência auditiva para trabalharem de casa atendendo outros deficientes auditivos via chat e e-mail. Não é necessário experiência na área. Você poderá trabalhar de casa, a vaga é para São Paulo (SP), a escala de trabalho é 6X1, pode-se optar entre trabalhar de manhã ou à tarde e o salário é de R$ 480,00. Oferecem os seguintes benefícios: Vale Transporte, Vale Refeição, Vale Alimentação, Assistência Medica após período de experiência, Plano de Carreira, Auxilio Creche, 13° Salário, Férias. O que eles exigem:</p>
<p>* Mínimo 18 anos<br />
* Ensino Médio Completo<br />
* Bons conhecimentos de Informática<br />
* Ótimo Português, Agilidade, Comprometimento<br />
* Ótima digitação<br />
* Ser deficiente auditivo</p>
<p>Interessados devem enviar e-mail para <a href="mailto:empregos.aki@gmail.com.br">empregos.aki@gmail.com.br</a> com o Assunto "At. Chat" e informar o código do CID.</p>
<p>Você conhece alguém com deficiência auditiva? Então indique!!</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://dicasdapri.wordpress.com/2009/07/05/dica-de-emprego-em-casa-para-deficientes-auditivos/">http://dicasdapri.wordpress.com/2009/07/05/dica-de-emprego-em-casa-para-deficientes-auditivos/</a></p>
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